Atuação do juiz em Campos revolta América

O técnico Dé, do América, voltou de Campos revoltado com a arbitragem na partida contra o Americano, vencida pela equipe da casa por 3 a 2, na noite de quarta-feira, pelo returno do Campeonato Carioca. "O que houve lá não foi um escândalo, foi algo muito pior", disse Dé, referindo-se à atuação do árbitro Carlos Wladimir dos Santos e de seus assistentes. "Dois gols do Americano foram marcados em impedimento e o gol de falta deles surgiu depois de o juiz assinalar mais de dez faltas na entrada da área contra o América", protestou.Para Dé, os jogos do Americano em casa deveriam "ser investigados pelo Ministério Público". "Parecia futebol soçaite, os atacantes do Americano ficavam sempre em impedimento, coisas absurdas, de 5 a até 10 metros depois do último defensor do América e nunca havia irregularidade."O Americano, que tem como torcedor-símbolo o presidente da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Viana, perdia por 2 a 1 e virou o placar nos últimos seis minutos de jogo. "Meu time recebeu oito cartões amarelos, foi pressão da arbitragem do início ao fim. Assim, é humanamente impossível fazer futebol no Rio", desabafou o treinador do América.

Agencia Estado,

11 de março de 2004 | 17h04

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