Fernando Bizerra/EFE
Fernando Bizerra/EFE

Ausência de Balotelli dá alívio aos espanhóis

Mas a expectativa é que o contestado Gilardino também ofereça perigo

FERNANDO FARO E PAULO FAVERO - Enviados especiais, O Estado de S. Paulo

26 de junho de 2013 | 08h04

FORTALEZA - O fato de não precisar enfrentar Mario Balotelli trouxe alívio aos espanhóis. Ninguém esconde que o atacante era uma das principais preocupações da Espanha para a semifinal no Castelão, mas a expectativa é que o contestado Gilardino também ofereça perigo.

 

"Todos sabemos que Balotelli é um jogador muito importante para a Itália, mas não nos iludimos. Seja lá quem entrar na equipe vai nos oferecer muito perigo pois se trata de um grande", frisou Sergio Ramos.

 

Donos do melhor ataque da competição com 15 gols marcados, os espanhóis também ostentam o título de melhor defesa. A equipe foi vazada apenas uma vez, na estreia contra o Uruguai. Para o elenco, o esforço coletivo é o resultado dos números expressivos. "É um trabalho de toda a equipe, não só da defesa. Esta seleção se caracterizou por tomar poucos gols nos últimos anos e acho que isso acontece porque temos um equilíbrio entre ataque e defesa", analisou Jordi Alba.

 

Um passo por vez. Apesar de o próprio Cesare Prandelli assumir o favoritismo espanhol, os jogadores evitam falar como tal. Na memória, a experiência frustrada da Copa das Confederações de 2009, quando o time dava como certa a participação na decisão e acabou sendo surpreendido pelos Estados Unidos na semifinal.

 

Dessa vez os atletas evitam falar de uma possível decisão contra o Brasil no Maracanã e pedem foco total contra os italianos. "Precisamos manter o foco e nos preocupar em defender o título que conquistamos em cima deles. Conhecemos plenamente a Itália e sabemos que será um jogo complicado", concluiu Sergio Ramos.

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