Cahuê Miranda/Atlético Paranaense
Cahuê Miranda/Atlético Paranaense

Autoridades cariocas buscam informações sobre biometria na Arena da Baixada

Representantes de vários órgãos do Rio de Janeiro visitaram o estádio do Atlético-PR

O Estado de S.Paulo

03 de fevereiro de 2018 | 19h33

O Atlético-PR recebeu na sexta-feira 17 autoridades de diferentes órgãos do Rio de Janeiro que foram conhecer detalhes do sistema de biometria, leitura das impressões digitais para acesso dos torcedores aos estádios e que implantado na Arena da Baixada em setembro de 2017. O clube paranaense é o primeiro time do Brasil a instalar o sistema em todo seu estádio.

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A biometria é uma medida para aumentar a segurança. O primeiro passo é instalar equipamento de leitura ao lado das catracas, na entrada dos estádios. Em seguida, é feito o cadastramento dos sócios-torcedores. Por meio do cadastro, é possível cruzar as informações com os órgãos de segurança para garantir que eventuais medidas restritivas, como um mandado de prisão ou uma proibição de entrar no estádio, seja cumprida de fato. Além disso, uma eventual punição para a ser individual, diminuindo o risco de punição ao clube.

Além de Rubens Lopes, presidente da FERJ, estiveram presentes o presidente e procurador do STJD, Ronaldo Piacente e Felipe Bevilacqua, o presidente de competições da FERJ, Marcelo Viana, o presidente e o procurador geral do TJD-RJ, Marcelo Jucá e André Valentim, o promotor de Justiça e membro do Ministério Público incumbido de prevenção à violência nos estádios de futebol, Marcos Kac, além de membros do Ministério Público, do Gepe, do Juizado Especial do Torcedor e Cíveis e Criminais. O representante por parte do Governo do RJ foi Rodrigo Xavier, superintendente de tecnologia da informação e comunicação da secretaria de segurança do estado.

A iniciativa partiu da diretoria do Atlético-PR e da presidência da Imply, empresa de tecnologia de controle e acessos do país que disponibiliza o sistema de biometria no país na Arena da Baixada e no setor das organizadas do Internacional e do Grêmio. “Não enxergamos como um gasto, mas sim como investimento, pois conseguimos trazer segurança ao nosso torcedor”, explica o gerente de operações do clube, Fernando Volpato.

No final do ano passado, gestores do Allianz Parque e da Arena Corinthians também procuraram o clube paranaense para obter mais detalhes sobre o uso da utilização da biometria.

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