Giuseppe Cacace/AFP
Giuseppe Cacace/AFP

Axel Witsel leva jogo contra Inglaterra a sério: 'Queremos terminar em terceiro'

Volante da Bélgica também já projeta participação da seleção na Eurocopa de 2020

Estadão Conteúdo

13 Julho 2018 | 16h30

O volante Axel Witsel afirmou nesta sexta-feira que a Bélgica levará a sério o jogo contra a Inglaterra, neste sábado, às 11 horas (de Brasília), em São Petersburgo, que vale a terceira colocação a Copa do Mundo da Rússia. Se vencerem, será a melhor colocação dos belgas na história.

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"Queremos terminar em terceiro, levamos o jogo muito a sério. Temos o dever de terminar em terceiro para o país, a equipe e os jogadores. Estamos motivados, mesmo que a noite após a semifinal tenha sido difícil. Mas foi útil ter a nossa família nesse momento", disse o jogador, companheiro do atacante brasileiro Alexandre Pato no Tianjin Quanjian, da China.

Aos 29 anos, Axel Witsel destacou ainda que o Mundial é sua "melhor lembrança" com a seleção de seu país e que a chamada "geração de ouro" da Bélgica entrará nos próximos campeonatos importante para disputar o título. "Acho que a Bélgica será uma das favoritas da próxima Eurocopa (em 2020)".

A melhor colocação da Bélgica em Copas do Mundo foi em 1986, no México, quando perdeu por 2 a 0 para a Argentina na semifinal e foi derrotada por 4 a 2 pela França (com dois gols franceses na prorrogação) na disputa do terceiro lugar. Por isso, o duelo contra os ingleses neste sábado é tratado com tanta importância.

 

Axel Witsel afirmou que não queria voltar para São Petersburgo, onde a equipe caiu na semifinal para a França, por 1 a 0. Mas lembrou que, apesar de ficar de fora da final em Moscou, a partida contra a Inglaterra "ainda é um jogo de Copa do Mundo" que "não é jogado todos os dias".

Ao entrar em campo, Axel Witsel vai igualar Jan Ceulemans em 96 partidas com a camisa da seleção belga. O célebre meia estava no time semifinalista em 1986. "É claro que estou orgulhoso e feliz de igualar Jan Ceulemans. Ele foi um grande jogador para a Bélgica. É algo que me dá orgulho. Eu já joguei ótimos jogos antes, mas acho que chego ao meu melhor nível na seleção nesta Copa do Mundo", disse o camisa 6.

O meio-campista, que hoje atua no futebol chinês, jogou cinco temporadas no Zenit, de São Petersburgo (de 2012 a 2017), mas não teve a oportunidade de atuar na nova arena porque ela foi finalizada quando ele já havia deixado o clube. "Todos os estádios em que nós jogamos eram fantásticos e eu não digo isso porque eu joguei no Zenit, mas eu acho que esse é o mais bonito", avaliou, ao ressaltar que a Copa do Mundo da Rússia foi mais bem organizada do que a do Brasil, em 2014.

 

 

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