Felipe Oliveira / EC Bahia
Felipe Oliveira / EC Bahia

Bahia tenta segurar o Cerro em Montevidéu para avançar na Sul-Americana

Enderson Moreira deve escalar time misto, descansando alguns dos principais jogadores do elenco

Estadão Conteúdo

08 Agosto 2018 | 06h49

Depois de vencer o jogo de ida por 2 a 0, em Salvador (BA), o Bahia enfrenta o Cerro, do Uruguai, nesta quarta-feira, às 21h45 (horário de Brasília), no Estádio Luis Tróccoli, em Montevidéu, pela partida de volta da segunda fase da Copa do Sul-Americana.

Com o resultado da primeira partida, o time brasileiro pode até perder por um gol de diferença para se classificar e, se marcar gols na casa do adversário, até mesmo uma derrota por dois gols de desvantagem é suficiente. O único resultado que leva a disputa para os pênaltis é o 2 a 0 para os uruguaios.

Se no Campeonato Brasileiro o Bahia está em situação delicada, brigando para escapar do rebaixamento, na Copa Sul-Americana vem fazendo boa campanha. Na primeira fase, passou pelo Blooming, da Argentina, com derrota por 1 a 0 fora de casa e goleada na Fonte Nova por 4 a 0. Já o Cerro passou pelo Sport Rosario com um empate sem gols fora de casa e uma vitória por 2 a 0 no Luis Tróccoli.

Pela situação do Bahia no Brasileirão, que requer prioridade, o técnico Enderson Moreira vai mandar um time misto a campo. Na partida de ida, o treinador já adotou esta prática e ficou satisfeito com o resultado. "Minha intenção é entrar com a melhor equipe possível. Temos atletas que infelizmente não vão conseguir se recuperar. Temos que avaliar, mas alguns provavelmente não conseguirão jogar", justificou o treinador.

Um dos jogadores que deve ser poupado é o centroavante Gilberto. Segundo Moreira, ele vem de uma sequência desgastante e deve dar lugar a Junior Brumado.

O técnico do Cerro, Fernando Correa, tem apenas um problema. O meia Gonzalo Porras sofreu uma lesão e está vetado. A tendência é que Aníbal Hernández entre em seu lugar. O restante do time será o mesmo da partida de ida, com o brasileiro Felipe Klein como principal responsável pelas jogadas de ataque. Pouco conhecido no Brasil, ele passou por equipes de menor porte como Icasa, Fortaleza, Ferroviário e Passo Fundo, defendendo o Cerro desde 2016.

 

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