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Baiano não vê a hora de estrear

Baiano se atrapalha ao falar se quer entrar em campo para ajudar os ?compañeros? ou companheiros a conseguir um bom resultado no clássico de sábado contra a Portuguesa, no Palestra Itália, pela Série B do Campeonato Brasileiro. Apesar do sotaque ainda forte (viveu nas Ilhas Canárias, jogando pelo Las Palmas), manda seu recado com clareza: não vê a hora de entrar em campo com a camisa do Palmeiras. "Comparar com um Cafu ou um Arce, que foram ídolos da torcida, com todos os méritos, eu sei que é muito difícil, mas vou fazer de tudo para marcar minha passagem pelo Palmeiras." O lateral explica: "É verdade, eu peguei um poco (sic) de sotaque, e, às vezes, fico na dúvida das palavras que devo usar", diz rindo da própria confusão. Entre uma parada e outra para escolher a palavra certa para se expressar, Baiano fez questão de afirmar que está pronto para o jogo, apesar de não fazer uma partida oficial desde o dia 29 de junho - sua última atuação pelo Las Palmas. Segundo ele, "o máximo que eu posso sentir é a falta de ritmo de jogo, mas nada que não seja resolvido em quinze minutos de bola rolando ou até menos." Caso o técnico Jair Picerni lhe entregue a camisa nº 2, Baiano poderá ter pela frente um velho conhecido: "O Müller é um excelente jogador, apesar da idade. Estivemos juntos no Santos, em 97. Apesar da idade, certamente ele vai dar trabalho a quem tiver de marcá-lo."

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