Bala não será obstáculo para Cabañas voltar a jogar, diz médico

Atacante paraguaio tem um projétil alojado na cabeça e ainda não tem certeza de volta aos gramados

Reuters

05 de fevereiro de 2010 | 15h36

A bala alojada na cabeça do atacante da seleção paraguaia, Salvador Cabañas, não representaria um obstáculo para ele voltar à ação nos gramados, apesar de ainda ser muito cedo para saber se ele voltará a jogar, disse nesta sexta-feira um dos médicos do jogador.

Cabañas, de 29 anos, ídolo da torcida paraguaia e jogador do popular time mexicano América, foi ferido em 25 de janeiro supostamente numa briga em um bar da Cidade do México, que ainda não foi esclarecida pelas autoridades.

Desde então, o paraguaio se recupera na unidade de terapia intensiva de um hospital da capital mexicana, mas os médicos não conseguiram retirar a bala da cabeça de Cabañas.

"A bala não vai se mover, ele jogue ou não jogue, então não há nenhum risco", disse a jornalistas o médico Ernesto Martínez, neurocirurgião responsável pela operação de Cabañas.

"É muito cedo para saber se ele voltará a jogar", acrescentou. Nos últimos dias, Cabañas conseguiu movimentar as extremidades, conversou com familiares e se alimenta bem, o que levou os médicos a afirmar que o jogador não terá sequelas de movimento. Martínez disse que a evolução de Cabañas tem sido lenta, mas satisfatória, e que não havia qualquer sinal de infecção ou hemorragia.

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