Christian Hartmann / Reuters
Christian Hartmann / Reuters

Barcelona segura documentos e pode atrasar estreia de Neymar no PSG, diz jornal

Time catalão pode demorar até dia 18 deste mês para enviar certificado de transferência internacional

Estadão Conteúdo

08 de agosto de 2017 | 09h47

Neymar disse em sua coletiva de apresentação que deseja estrear o quanto antes pelo seu novo time, o PSG. Contudo, esta vontade pode ser frustrada justamente pelo seu ex-clube, o Barcelona, que não teria enviado documentos necessários para que sua situação seja regularizada junto à Federação Francesa, segundo o jornal francês L'Equipe.

Para que seja liberado para jogar pela equipe parisiense, Neymar precisa que a Real Federação Espanhola de Futebol envie o certificado de transferência internacional à sua contraparte francesa. Mas os dirigentes do clube catalão não tinham permitido que o documento fosse enviado.

Pelas regras da FIFA, após a requisição, o certificado tem 15 dias para ser enviado. O PSG pediu o documento na última quinta-feira (03/08), portanto, até dia 18 o documento tem que estar em mãos da Federação Francesa. Contudo, a próxima partida do PSG é no domingo, dia 13, e para estar apto a jogar, o brasileiro precisa estar inscrito até a noite do dia anterior.

O jogo será contra o Guingamp, fora de casa, às 16h.

O presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, demonstrou que o clube ficou insatisfeito com saída de Neymar em declaração dada na última segunda-feira, 7. "Neymar fez parte de nosso clube, mas agora já é história. Foi uma decisão sua e fizemos tudo que estava ao nosso alcance para que ficasse. Tudo tem um limite e nenhum jogador pode estar acima do Barcelona", declarou o dirigente, ao dizer que a forma de saída do brasileiro não foi a melhor.

Nasser Al-Khelaifi, presidente do PSG, disse que Neymar foi muito respeitoso com o Barcelona, e o atacante disse estar triste que os torcedores do clube que deixou o considerem um traidor. Para terminar seu vínculo com o clube espanhol, o atacante brasileiro informou o desejo de mudar de clube e rescindiu unilateralmente seu contrato pagando a cláusula no valor de 222 milhões de euros (R$ 821,4 milhões).

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