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Barcelona quer segurar Ronaldinho Gaúcho

Além de conviver com o problema da falta de tempo para treinos, o técnico Carlos Alberto Parreira foi surpreendido com uma solicitação do Barcelona, que só quer liberar o atacante Ronaldinho Gaúcho para a seleção brasileira após o jogo do clube com o Sevilla, quarta-feira, pelo Campeonato Espanhol. Desta forma, o atleta só poderia se apresentar a Parreira na sexta-feira, dia da viagem da delegação do Brasil para Barranquilla, onde enfrentará a Colômbia, no dia 7 de setembro. O Barcelona está respaldado por determinação da Fifa, que permite aos clubes manter seus jogadores até cinco dias antes dos compromissos oficiais das seleções nacionais. Como Ronaldinho Gaúcho terá de cumprir suspensão de uma partida, por causa de expulsão na Copa das Confederações, o clube espanhol estaria apenas excercendo seus direitos. Parreira quer escalar Ronaldinho Gaúcho no segundo jogo das eliminatórias do Mundial 2006, dia 10, contra o Equador, em Manaus. Mas gostaria de contar com o atacante nos treinos que serão realizados na próxima semana, em Teresópolis, região serrana do Rio. "Nada é fácil na vida de treinador de seleção. Quando menos você espera, surge uma nova dificuldade", lamentou o técnico. O Real Madrid também chegou a entrar em contato com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para tentar atrasar a liberação de Ronaldo e Roberto Carlos. O clube joga terça-feira contra o Vilarreal, também pelo Campeonato Espanhol, e pretendia contar com a dupla. Porém, a entidade nem quis avançar na discussão porque, pelo prazo da Fifa, os dois jogadores têm de ser liberados no máximo na segunda-feira. "Até clubes brasileiros fizeram algumas sondagens para saber da possibilidade de retardar a apresentação de alguns atletas. Mas aí não deu, né?", contou o treinador.

Agencia Estado,

29 de agosto de 2003 | 19h44

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