Batistuta quer ser o novo treinador da seleção da Argentina

O ex-atacante argentino Gabriel Batistuta reconheceu que "atenderia com vontade um chamado da Associação de Futebol da Argentina (AFA)" frente a uma eventual oferta para substituir o técnico José Pekerman à frente da equipe. Em entrevista publicada nesta sexta-feira pelo diário esportivo Olé, o ex-jogador admitiu que para ele "seria uma honra dirigir" a Argentina, mas esclareceu que quer que "José (Pekerman) siga". O treinador anunciou sua saída do cargo depois da eliminação argentina nas quartas-de-final da Copa do Mundo para a Alemanha. "Pekerman precisa continuar, porque a Argentina jogou bem e armou um grande grupo. Agora é o momento de convencê-lo para que siga essa linha de conduta", comentou Batistuta, que pendurou as chuteiras há um ano e meio. "Mas se ele não seguir, a linha de seriedade e de profissionalismo que impôs teria de ter uma continuidade". Gabriel Batistuta, maior artilheiro da história da seleção argentina com 56 gols, insistiu no fato de se Pekerman não prosseguir, e o presidente da AFA, Julio Grondona, o chamasse, pensaria em assumir o comando da equipe bicampeã mundial. No entanto, Grondona, um dos vice-presidentes da Fifa, assegurou que ainda não começou a analisar quem pode ser o sucessor de José Pekerman. Aliás, o treinador foi o segundo mais votado para dirigir a seleção em uma enquete realizada esta semana pela página de internet do Olé. O primeiro colocado foi o experiente Carlos Bianchi.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.