Benazzi admite pressão, mas quer seguir na Portuguesa

Vágner Benazzi se tornará no clássico contra o Corinthians, neste sábado, o quinto treinador que mais comandou a Portuguesa na história do clube, com 144 partidas. Ele, porém, não tem muitos motivos para festa. Sem vencer há cinco partidas no Paulistão, ele admite estar sob pressão e pede para permanecer no cargo.

ANDRÉ RIGUE, Agencia Estado

12 de fevereiro de 2010 | 15h33

"Tenho confiança no presidente, mas deixo nas mãos dele a decisão de me manter no cargo", afirmou Benazzi. "Espero que eles não façam a besteira que fizeram da outra vez, quando me tiraram do cargo. Teremos três competições neste ano. Se não estamos bem agora, com certeza vamos melhorar para as outras. Ninguém é burro para não corrigir os erros".

Em 2007, Benazzi colocou a Portuguesa na elite do Paulistão e do Brasileirão. Contudo, o treinador perdeu o emprego justamente por uma campanha irregular no Estadual de 2008. No ano passado, ele retornou ao comando do clube, mas não conseguiu o acesso à Série A do Brasileiro.

E para a partida contra o Corinthians, Benazzi faz mistério. Nesta sexta-feira, ele realizou um treino fechado. A principal dúvida está no ataque. Com a documentação regularizada, Luis Ricardo pode ser escalado com Héverton. Luiz Carlos também pode começar jogando.

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