Benazzi testa o 3-5-2; Canindé continua interditado

Falta de documento do Corpo de Bombeiros impede jogo no Estádio da equipe

GIULIANDER CARPES, O Estado de S. Paulo

21 de janeiro de 2008 | 20h12

O desfalque do atacante Diogo e a derrota para o Ituano no último jogo pelo Paulista começam a causar dores de cabeça mais fortes ao técnico da Portuguesa Vagner Benazzi.  Nesta segunda-feira ele comandou um treino coletivo e testou, pela primeira vez na temporada, o esquema 3-5-2. Na formação, entrou Julio Santos na zaga e o volante Dias foi deslocado para a ala esquerda. A maior novidade, porém, foi a presença de Ramón compondo o meio de campo e se juntando a Christian no ataque. "Estava acostumado a jogar nessa posição no Grêmio. Espero poder começar jogando", afirmou o jogador.Benazzi elogiou o futebol de Ramón. Disse que o meia-atacante tem características semelhantes a de jogadores afirmados no futebol brasileiro como Fernandão, do Internacional, e Acosta, do Corinthians. "Ele é um jogador de chegada, com boa finalização e estatura", definiu.No treino desta segunda, Ramón foi o jogador que teve mais oportunidades de finalização. Benazzi orientou Christian a fazer uma espécie de pivô caindo pelas pontas e servindo o meia-atacante quando ele vinha de trás. PRÓXIMO JOGOA partida da Portuguesa contra o São Caetano será em Jundiaí, na quarta-feira, às 17h30. A direção da Lusa ainda não conseguiu a liberação do Canindé para os jogos do Paulista. Falta apenas um documento do Corpo de Bombeiros. Segundo a diretoria, o alvará virá já nesta semana e o jogo do dia 2/2, contra o Bragantino, deve ser disputado no Canindé. A equipe se considera prejudicada por ter que fazer mais um jogo longe da sua torcida e, ainda, em horário pouco atraente ao público, no meio da tarde de um dia de semana. "O prejuízo da Lusa é total. A gente não pode jogar no Canindé e lá em Itu não tem nem sala de imprensa. Vamos acabar jogando os primeiros cinco jogos do Paulista, um campeonato difícil, fora de casa", reclama Benazzi.

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