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Bilheteria do Allianz Parque é pichada; Mattos e Galiotte são alvos

Queda na Copa Libertadores e derrota para o Flamengo ainda repercutem no Palmeiras

Redação, O Estado de S.Paulo

04 de setembro de 2019 | 08h05

A desclassificação da Copa Libertadores da América 2019 somada a contundente derrota para o Flamengo no Brasileirão domingo ainda repercutem no Palmeiras. Na madrugada desta quarta-feira, muros da bilheteria do Allianz Parque foram pichados. Os principais alvos das mensagens foram o presidente Mauricio Galiotte e o diretor de futebol Alexandre Mattos.

As frases "presidente omisso", "time de pipoqueiro" e "fora Mattos" foram rapidamente apagas da faixada das bilheterias do clube. Mesmo sendo um nome que chega pressionado para comandar a equipe no lugar de Felipão, Mano Menezes não foi citado no ato de vandalismo. O Palmeiras deve apresentar seu treinador nesta quinta-feira.

Há seis dias, representantes da torcida organizada Mancha Alviverde tiveram uma reunião na Academia de Futebol do clube com parte da diretoria. No encontro, membros da agremiação conversaram com Alexandre Mattos e pediram a saída dele do cargo, além de condenar o trabalho de Felipão.

Na saída da reinião, o presidente da torcida organizada, André Guerra, revelou o que disse ao dirigente. "A gente pede a demissão dele. Ele confessou para a gente que errou, então alguma coisa tem de acontecer, tem de ter alguma mudança." Mattos e o presidente resolveram então que Felipão deveria deixar sua função. Alegaram que não queriam expor o treinador.

Preocupado com possíveis manifestações raivosas da torcida, o Palmeiras aumentou os cuidados em seu centro de treinamento. O clube trouxe mais seguranças para cuidar da entrada do local e pediu para a Polícia Militar fazer plantão na porta do CT durante os próximos dias. O clube também não divulgou a agenda da semana e vetou a entrada dos jornalistas para acompanhar as atividades.

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