Blatter defende exclusão em casos de faltas violentas

Técnico da Fifa diz que agressores devem ser processados criminalmente, de acordo com a gravidade do caso

Agência Estado

07 de março de 2008 | 10h27

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, defendeu nesta sexta-feira que jogadores responsáveis por faltas violentas sejam punidos mais severamente, inclusive com a exclusão definitiva do futebol. O suíço afirmou, também, que os agressores devem ser processados criminalmente, de acordo com a gravidade do caso."Agredir uma pessoa é comportamento criminoso, seja em um campo de futebol ou em qualquer outro lugar. Se é um crime, deve ser tratado como tal", afirmou o dirigente, que não deu exemplos de entradas que tenha considerado criminosas a ponto de excluir atletas ou abrir processo.No mês passado, o técnico Arsene Wenger, do Arsenal, sugeriu que o zagueiro Martin Taylor, do Birmingham, fosse banido do futebol após uma entrada que quebrou a perna do brasileiro naturalizado croata Eduardo da Silva. Depois, o treinador reconheceu que havia exagerado em suas críticas e pediu desculpas .

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