Blatter questiona a bola inteligente e quer árbitro profissional

Presidente da Fifa diz que problemas do futebol não são as regras, e sim a arbitragem amadora

Efe

17 de fevereiro de 2008 | 17h45

O presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, questionou neste domingo o uso da bola inteligente e afirmou que o problema do futebol não são suas regras, mas a arbitragem, o que torna necessária a adoção de "árbitros profissionais" após casos de corrupção na Itália, na Alemanha e no Brasil.Em uma entrevista coletiva, Blatter se mostrou contrário ao uso da bola inteligente para acabar com as dúvidas no futebol, pois "é muito cara e complicada". "Fizemos um estudo sobre os casos nos últimos 40 anos e foram 42. Por um caso ao ano não vale a pena mudar tudo. O único caso relevante foi o de Geoff Hurst na final da Copa de 1966", afirmou para depois complementar que o problema do futebol não são as regras, mas a arbitragem.Segundo Blatter, "as regras do jogo são praticamente perfeitas", mas os interesses dos clubes levaram a situações de "corrupção ativa e passiva em países como Itália, Alemanha e Brasil". "Devemos ter árbitros profissionais e ajudar", concluiu.

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