José Patrício/Estadão
José Patrício/Estadão

Boa fase no São Paulo é resposta à direção do clube, diz Osvaldo

De encostado a peça fundamental, atacante reage aos rumores de que seria negociado

Fernando Faro, O Estado de S. Paulo

24 de março de 2014 | 19h32

SÃO PAULO - Há pouco mais de um mês, Osvaldo reclamava de ter descoberto através da imprensa que o São Paulo tentava trocá-lo por Wagner, do Fluminense. De encostado, o atacante virou titular absoluto, uma das principais armas da equipe nos últimos jogos e esperança para passar pelo Penapolense nesta quarta-feira, no Morumbi, pelas quartas de final do Campeonato Paulista.

Os números comprovam a boa fase. Em 15 jogos, marcou três gols e deu cinco assistências, melhor marca da equipe. Ao analisar a boa fase, ele não esquece de que quase foi colocado no negócio como moeda de troca e acredita que a sequência de boas apresentações mostra que ele tinha razão ao não querer deixar o Morumbi pela porta dos fundos.

"Fiquei triste, mas no mundo todo a gente vê jogadores que não jogam em algum clube, mas de repente começam a fazer muitos gols e acabam negociados por um grande valor. É uma resposta, tenho meu valor dentro do São Paulo e não queria sair por baixo. Se sair, que seja de cabeça erguida", afirmou.

Osvaldo agradece também a Muricy Ramalho pela compreensão enquanto esteve na reserva. O atacante diz que tentava driblar o desânimo pensando na temporada longa e que o treinador sempre manteve os jogadores motivados mesmo quando as oportunidades eram raras.

"Precisamos lembrar que o ano é longo e cheio de competições, não podemos deixar essas coisas entrarem na nossa cabeça. Joguei alguns jogos, depois saí e não deixei isso me atrapalhar. Agora consegui essa sequência e preciso trabalhar forte para não deixar a peteca cair."

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