Robson Fernadjes/Estadão - 27/6/2012
Robson Fernadjes/Estadão - 27/6/2012

Bombonera não mete medo na seleção brasileira, mas infunde respeito e admiração

Mano Menezes e Diego Cavalieri estão entre os que já enfrentaram o mítico estádio do Boca

MATEUS SILVA ALVES, Agência Estado

20 de novembro de 2012 | 20h17

SÃO PAULO - A seleção brasileira fará nesta quarta-feira a primeira partida de sua história na Bombonera, mítico estádio do Boca Juniors, em Buenos Aires. Quem já jogou lá sabe que a arquitetura da casa do Boca coloca os torcedores praticamente dentro do campo. A pressão é intensa, mas nem assim a equipe do Brasil parece intimidada. O goleiro Diego Cavalieri e o técnico Mano Menezes, por exemplo, conhecem bem a Bombonera e garantem que não há motivo para ter medo do estádio.

Cavalieri esteve na casa do Boca duas vezes neste ano para enfrentar o clube mais popular da Argentina pela Copa Libertadores, com uma vitória e uma derrota. Segundo ele, jogar lá não é nenhum bicho de sete cabeças. "É um estádio que tem muita história, com uma grande atmosfera. Jogar lá é uma experiência fantástica", comentou o goleiro do Fluminense. "Mas jogar lá não atrapalha em nada, o gramado é ótimo, a iluminação também é, então não tem problema."

Mano Menezes não tem boas lembranças de sua passagem pela Bombonera. Lá ele perdeu por 3 a 0 o primeiro jogo da final da Libertadores de 2007, quando dirigia o Grêmio. Mesmo assim, o treinador está convencido de que o estádio não será uma arma poderosa para a equipe argentina na noite desta quarta-feira.

"Estádio não ganha jogo. O Boca não ganha atualmente como ganhava no passado porque tem menos time do que tinha", disse o treinador. "Para ganhar lá, é preciso jogar bem, melhor do que o adversário. Como em qualquer estádio."

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