Bósnios conquistam moradores e até cães da cidade do Guarujá

Jogadores da equipe estreante em Copas distribuem chaveiros, autografam álbuns de figurinhas e até adotam cachorros

Ciro Campos, Daniel Batista, O Estado de S. Paulo

21 de junho de 2014 | 17h00

A estada da Bósnia no Guarujá tem sido marcada por chaveiros, samba, álbuns de figurinhas e até cachorros como mascotes. Os estreantes em Copas aproveitam cada mínimo instante de contato com o público para demonstrar a alegria de estar na maior festa do futebol.

A primeira ação simpática foi logo na chegada à cidade. Era uma noite chuvosa, e a delegação atrasou 2h30 para desembarcar no hotel. Ainda assim, todos fizeram questão de ir à varanda curtir a festa com uma escola de samba e os fãs, que aguardaram pacientemente a chegada da delegação.

O primeiro contato caloroso abriu as portas para uma relação muito amistosa entre os bósnios e os moradores do Guarujá. A equipe costuma presentear os visitantes com chaveiros e se esforça para tentar se comunicar com os fãs.

A equipe de Dzeko conquistou o carinho até mesmo dos cachorros. Em um dia de treino, um cão de rua entrou no estádio onde a seleção fazia uma atividade. O animal recebeu a atenção dos jogadores e permaneceu ao lado do campo.

Dias depois, os jogadores foram correr na praia e outro cachorro apareceu e seguiu o percurso do grupo por cerca de 20 minutos. Torcedores que estavam no local aproveitaram para tirar foto com os atletas e apelidaram o animal de "Bosdog".

Ao contrário da maioria das seleções, a Bósnia não é tão discreta na concentração. Na entrada do hotel há uma enorme camisa da equipe e, frequentemente, os jogadores e a comissão técnica saem para caminhar pela cidade.

No portão de saída do treino sempre estão crianças com os álbuns de figurinhas da Copa em mãos. Os jogadores fazem questão de autografar o respectivo cromo, o que ajuda a torcida a memorizar os difíceis nomes dos atletas bósnios.

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