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Botafogo diz estar seguro de que receberá por patrocínio

Glorioso estampa marca de empresa acusada de 'pirâmide financeira' na camisa

Agência Estado

12 de janeiro de 2014 | 17h52

RIO - O presidente do Botafogo, Mauricio Assumpção, afirmou neste domingo, em entrevista coletiva, que o clube não corre o risco de não receber pelo patrocínio da TelexFree, anunciado durante a semana. A empresa está proibida de atuar no Brasil, por suposto esquema ilegal de pirâmide. O acordo, segundo o clube, porém, é com a multinacional, não com seu braço nacional.

"Quando fomos procurados pela TelexFree Internacional, acionamos o nosso Departamento Jurídico, que fez todas as considerações. Como estávamos fechando e fizemos um contrato através da sede deles em Miami, todos os trâmites legais foram efetuados e o Botafogo fez tudo dentro da lei", garantiu Assumpção, que foi muito criticado pelo acordo.

A promotora Alessandra Marques, que cuida do processo contra a TelexFree, no Acre, afirmou que vai investigar o patrocínio e pode bloquear a verba destinada ao Botafogo. Mas Assumpção se defende. "A preocupação da promotora é válida, mas não há problema para o Botafogo, tudo foi feito corretamente, inclusive passando pelo Banco Central, estamos tranquilos. É uma empresa estabelecida nos Estados Unidos, tem sistema de venda como tantas outras têm."

Durante a coletiva, o presidente do Botafogo também falou de contratações: "Com certeza vamos ter que ter reforço para o ataque, provavelmente dois nomes, de características diferentes. O Departamento de Futebol está trabalhando 24 horas por dia nisso, é uma questão que temos que resolver. Na hora certa, teremos novidades".

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