Botafogo pega Cruzeiro, mas não encara jogo como 'final'

Na véspera do jogo mais aguardado das últimas rodadas do Campeonato Brasileiro - entre Cruzeiro e Botafogo, os dois melhores da competição, nesta quarta-feira, às 21h50, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, pela 22.ª rodada -, o meia holandês Seedorf, do time carioca, afirmou que sofre perseguição dos árbitros na competição.

SÍLVIO BARSETTI, Agência Estado

18 de setembro de 2013 | 09h13

Ele elevou o tom ao falar que isso pode prejudicar o clube alvinegro na luta pelo título e disse não entender o motivo pelo qual tem recebido ao longo do torneio vários cartões amarelos e faltas ignoradas pela arbitragem. Seedorf fez um desabafo em entrevista coletiva e criticou também o calendário do futebol brasileiro ao dizer "que é desumano uma equipe jogar terça, quinta e novamente no fim de semana".

Sobre o jogo contra o Cruzeiro, o líder com quatro pontos a mais que o Botafogo (46 a 42), o veterano craque holandês declarou que se trata de um time forte e competitivo e que tem a vantagem de atuar em casa, mas não quis se estender na análise sobre o adversário. "Ninguém da comissão técnica pensa que é o jogo decisivo do campeonato. É mais um jogo e nós vamos ao menos tentar manter a diferença de quatro pontos", prosseguiu Seedorf.

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