Botafogo prevê 'clima de guerra' contra o ameaçado Sport

Ainda de olho em uma vaga na Libertadores, o zagueiro Antônio Carlos prevê um duelo complicado, em "clima de guerra", contra o ameaçado Sport, domingo, na Ilha do Retiro. Para o defensor, o time pernambucano, motivado pela fanática torcida local, vai jogar na base da pressão, na tentativa de escapar do rebaixamento.

AE, Agência Estado

15 de novembro de 2012 | 16h46

"[Esperamos] um clima mais de guerra, pela situação do Sport. É claro que não é uma situação confortável e a torcida tentará empurrar de toda forma. Temos que estar preparados para isso. Espero que possamos fazer um bom jogo", projeta o zagueiro o defensor.

Na sua avaliação, o Botafogo tem que tirar proveito do desespero do rival para buscar a vitória e se aproximar do G4. "Preocupa a pressão do adversário. A torcida ajuda mas não entra em campo, não segura nossas pernas. Temos que saber usar o desespero deles. Talvez, se sairmos na frente, eles deixem mais espaços".

Apesar da preocupação, Antônio Carlos confia na experiência do elenco botafoguense, acostumado a jogar sob pressão. "Todos que estão aqui no clube já jogaram com estádio cheio, já passaram por essas dificuldades. Nesse último jogo contra o Palmeiras também sofremos uma pressão muito grande por parte da torcida e fizemos um bom jogo", destaca o zagueiro, citando o empate por 2 a 2 com o Palmeiras, em Araraquara.

Na quinta colocação da tabela, o Botafogo sonha com tropeços do São Paulo, em quarto lugar, para alcançar o G4 e garantir uma vaga na Libertadores nestas últimas três rodadas do Brasileirão.

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