Botafogo quer acabar com síndrome contra 'pequenos'

O Botafogo luta neste sábado, quando enfrenta o América-MG, às 21 horas, no Engenhão, contra a síndrome de Robin Hood que o tem atormentado. Rouba dos "ricos" para dar aos "pobres". Contra os times que ocupam a parte superior da tabela de classificação, o time alvinegro por vezes mostra força e dá a impressão de que luta pelo título. Contra os ocupantes menos qualificados, tropeços e a sensação de instabilidade.

AE, Agência Estado

13 de agosto de 2011 | 08h12

Como exemplo, a oitava e nona rodadas. Depois de derrotar com contundência o São Paulo por 2 a 0, no Morumbi, o time de Caio Júnior voltou para o Rio de Janeiro para apenas empatar em 1 a 1 com o Atlético Goianiense. Seguiram-se resultados ruins: empate com o Bahia (1 a 1) e derrotas para Corinthians (2 a 0) e Atlético Paranaense (2 a 1), que impediram que o time se mantivesse no G-4.

A missão contra os mineiros, lanternas do Campeonato Brasileiro, é justamente mostrar força sobre um adversário muito mais fraco, principalmente depois de impressionar com a goleada por 4 a 0 sobre o Vasco. "É difícil explicar porque essas coisas acontecem. Depois de a equipe vencer o Cruzeiro e perder para o Figueirense, as pessoas ficam desconfiadas se nosso time vai ou não. Ficam com o pé atrás, questionando se o time vai chegar. Precisamos tomar muito cuidado (contra o América)", comentou o zagueiro Antônio Carlos.

Para o confronto, Caio Júnior conta com o retorno de quatro titulares preservados na vitória sobre o Atlético Mineiro, pela Copa Sul-Americana. Elkeson, Lucas, Renato e Cortês retomam suas posições. Este último, por sinal, está em alta no clube, principalmente depois da grande atuação no atropelamento vascaíno.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolCampeonato BrasileiroBotafogo

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.