Botafogo quer vitória no Acre para esquecer o Carioca

Após perder a decisão da Taça Guanabara para o Flamengo, time enfrenta o Rio Branco na Copa do Brasil

Leonardo Maia, Agência Estado

26 de fevereiro de 2008 | 19h29

Nada como um dia após o outro, e uma viagem entre eles. Dois dias depois da derrota por 2 a 1 para o Flamengo, na final da Taça Guanabara, o técnico Cuca e os jogadores do Botafogo já se mostravam minimamente recompostos nesta terça-feira, e em condições de enfrentar o misterioso Rio Branco, do Acre, na estréia do time na Copa do Brasil, nesta quarta-feira, às 22h30 (de Brasília), na capital acreana. "Fizemos uma viagem longa e agora temos que descansar, conversar bastante e fazer uma grande partida. Essa viagem veio em ótima hora, pois tira o Botafogo um pouco do Rio de Janeiro", pondera Cuca. Mais calmo, o treinador alvinegro tentou tirar algo de positivo da criticada postura da equipe e da diretoria depois da partida, quando os jogadores choraram e reclamaram da arbitragem. "Ali tivemos a formação e a união de um grupo. Vamos lutar com tudo para conquistar a Taça Rio".Rio BrancoGustavo; Ley, Mário, Ico e Rafael; Zé Marcos, Ronimar, Neném e Testinha; Doca Madureira e Marcelo BrazTécnico: Pedrinho RochaBotafogoCastillo; Alessandro, Renato Silva, Ferrero e Triguinho; Diguinho, Túlio, Lucio Flavio e Zé Carlos; Fábio (Jorge Henrique) e Wellington PaulistaTécnico: CucaÁrbitro: Guilherme Cereta de LimaEstádio: Arena da FlorestaHorário: 22h30 (de 20h30, horário local) Túlio, um dos mais abalados pela derrota, pregou cautela diante do Rio Branco, justamente pelas poucas informações que os alvinegros têm do adversário. "A Copa do Brasil tem sempre surpresas e vamos entrar em campo com muito respeito. Quando jogava pelo Goiás, fomos eliminados pelo Rio Branco nesta competição", lembra o volante. Cuca não deve poupar nenhum dos titulares que enfrentaram o Flamengo. Talvez Jorge Henrique, que jogou os minutos finais no sacrifício, comece mais uma vez no banco. De toda forma, a mudança de ares é o que mais motiva o fragilizado elenco botafoguense. "Agora é uma nova competição e que vale vaga para a Libertadores. Não podemos mudar o passado, então vamos deixá-lo para trás", discursou o capitão Lúcio Flávio.

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