Orlando Kissner/Acervo Estadão
Orlando Kissner/Acervo Estadão

'Botei a taça nos meus braços, como se estivesse ninando', relembra Bebeto

Campeão mundial em 1994 participou do início do Tour da Taça da Copa do Mundo, em Moscou

Entrevista com

Bebeto

Raphael Ramos, O Estado de S.Paulo

16 de setembro de 2017 | 07h01

Em entrevista ao Estado, o ex-jogador Bebeto, campeão mundial em 1994, nos Estados Unidos, fala sobre a emoção de ter sido escolhido pela Fifa para participar do pontapé inicial do tour, no último fim de semana, em Moscou, na Rússia.

Qual foi a sensação de ser escolhido pela Fifa para dar início ao Tour da Taça no sábado passado, em Moscou?

Fiquei muito feliz pelo convite. É gratificante por tudo o que fiz ao longo da minha carreira. Ser reconhecido dessa maneira, é muito legal. Cada vez que reencontro a taça passa um filme pela cabeça.

Quais são as suas melhores lembranças com a taça da Copa do Mundo?

É sempre um prazer, uma emoção danada. A taça da Copa do Mundo é um objeto desejado por todos os jogadores. Eu, quando era criança e comecei a jogar em Salvador, tinha o sonho de jogar pela seleção brasileira e ser campeão mundial. Vi o Brasil ser campeão em 1970, quando tinha seis anos, e depois de 24 anos conseguimos conquistar o tetra. Então, ter a oportunidade de estar com a taça, uma coisa que desejei tanto, não tem preço. Por isso, desta vez botei a taça nos meus braços, como se estivesse ninando, igual à comemoração do gol que fiz em 1994 em homenagem ao meu filho Matheus.

Como você vê o fato de o Brasil ser excluído do Tour da Taça?

Acho que não tem nada relacionado a assuntos políticos, mas sim pelo fato de, em 2014, a taça já ter passado aqui pelo Brasil. 

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