Brasil chuta e faz mais gols que o Chile, mas rouba menos bolas

Números mostram que desempenho das seleções foi muito próximo na primeira fase, mas brasileiros vão mais ao setor de ataque

O Estado de S. Paulo

25 de junho de 2014 | 10h33

Brasil e Chile se enfrentam nesse sábado, no Mineirão, pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2014 e carregam um histórico parecido da primeira fase para o confronto que decide quem permanece na disputa do título Mundial.

Apesar de ter perdido uma das três partidas, o Chile vai para a decisão empurrado pela torcida empolgada com o desempenho no complicado Grupo B. A equipe superou a Austrália e a atual campeã Espanha, caindo apenas diante da Holanda, primeira colocada no grupo. Na primeira fase, foram 5 gols marcados e 3 sofridos.

Sem nenhuma derrota, o Brasil parece superior nos números do ataque, mas em campo, ainda não empolgou. Comparado a seleção chilena, os brasileiros chutam mais, e são mais eficazes nas finalizações - foram 7 gols marcados, apesar de ter passado em branco na partida contra o México.

Dois jogadores podem desequilibrar o confronto. Camisa 10 do Brasil, Neymar é o artilheiro da Copa do Mundo com 4 gols marcados. O atacante arrisca bem mais que Alexis Sanchéz, meia chileno que só supera o brasileiro nas estatísticas quando o assunto são as faltas sofridas, 17 contra 9.

O Brasil já enfrentou o Chile duas vezes em oitavas de final, e venceu nas duas oportunidades com goleadas. Em 2010, na África, a seleção então comandada por Dunga se classificou com o placar de 3 a 0. Em 1998, com Ronaldo e Cesar Sampaio, fez 4 a 1 e mandou os adversários de volta para casa.

 

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