Brasil deve continuar com o 'pijama-training', segundo médico

Preparação é destinada basicamente a descansar e a ter uma alimentação correta, para evitar maior desgaste

EFE

22 de junho de 2009 | 09h37

 JOHANNESBURGO - A seleção brasileira de futebol deve continuar com o "pijama-training" (treino leves, sem coletivos, passando mais tempo descansando), como afirmou o médico da equipe brasileira, José Luiz Runco.

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Runco afirmou na semana passada, após a partida que o Brasil ganhou do Egito e na qual a seleção acusou um grande desgaste físico, que a esta altura da temporada a preparação seria dirigida unicamente a estar nas melhores condições possíveis para os jogos e chamou de "treino do pijama" a este procedimento.

A preparação é destinada basicamente a descansar e a ter uma alimentação correta, para ter energias para enfrentar as partidas e não se desgastar nos treinamentos.

"Essa é nossa tática", brincou Runco, após o crescimento do Brasil no torneio, no qual ganhou suas três partidas, perante Egito (4 a 3), Estados Unidos (3 a 0) e Itália (3 a 0), nos quais a equipe mostrou uma linha de jogo ascendente.

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