Almir Leite/AE
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Brasil enfrenta Itália em um modesto estádio de Genebra

Stade de Genève comporta até 30 mil pessoas, mas tem bancos faltando e gramado irregular

Almir Leite, Enviado especial ,

21 de março de 2013 | 14h57

GENEBRA - O Stade de Genève, onde Brasil e Itália jogarão a partir das 16h30 desta quinta-feira, é um simpático estádio para 30 mil pessoas, mas que não está bem cuidado. O gramado está irregular e com algumas partes bastante castigada, reflexo do forte inverno suíço. Aliás, ele fica bem próximo de uma das muitas montanhas que cercam a cidade de Genebra e onde ainda de pode observar a existência de neve.

Todos os lugares da arena são cobertos. As cadeiras têm o predomínio da cor rosa entrecortada por algumas fileiras de assentos brancos. Mas como muitas delas precisaram ser substituídas e aí o Servette, dono local, apelou: usou sobressalentes de várias cores. Com isso, o estádio também tem cadeiras nas cores vermelha, marrom e verde claro.

Os torcedores começaram a chegar à arena cerca de quatro horas antes do horário marcado para o início do clássico. Em pequeno número e a maioria de brasileiros, que estavam em grupos. Mas os suíços acreditam que os italianos vão estar em maior número, pois, em função da proximidadade da Suíça, os tifosi podem sair no final da tarde de suas cidades para ir ao jogo.

A temperatura por volta das 17h30 locais (13h30) de Brasília era de 5 graus C, de acordo com o serviço de meteorologia. Mas um vento frio começava a soprar, indicativo de que fará bastante frio no momento do jogo.

Algumas curiosidades podem ser notadas a partir do lado de dentro do estádio. Pelo vão entre o último lance de arquibancada e a cobertura, é possível um viaduto que passa ao lado - e o trânsito é bastante tranquilo, embora a velocidade dos carros seja baixa. Um jornalista suíço diz que todos os dias é assim, ou seja, não se verificam congestionamentos em Genebra.

Curioso, também, é a "credencial'' dos jornalistas: uma pulseira de papel, mais frágil do que as usadas pelas boates brasileiras. E o centro de credenciamento, onde estão duas simpáticas e prestativas moças, uma delas com bom domínio da língua portuguesa, é um quiosque instalado na calçada, do lado de fora do Stade de Genève. O quiosque é menor do que a maioria das bancas de jornais instaladas na Avenida Paulista, em São Paulo.

 

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