Brasil explora as fragilidades do Chile para avançar

A seleção brasileira confirmou o seu favoritismo nesta segunda-feira ao explorar com propriedade as fragilidades da equipe chilena, que apresenta uma defesa de baixa estatura e um meio de campo lento na recomposição. O time de Dunga não perdoou essas fraquezas e marcou seus gols em um lance de bola levantada na área e em dois contra-ataques.

FELIPE MENDES, Agência Estado

28 de junho de 2010 | 18h42

O primeiro gol brasileiro saiu aos 33 minutos de jogo, em uma cobrança de escanteio. Depois de 5 tentativas, Juan subiu mais alto que a zaga e abriu o placar, tirando proveito da evidente desvantagem do rival. O time ainda contava com Lúcio e Luís Fabiano, bons cabeceadores que fazia a defesa chilena se dividir na marcação nos lances aéreos.

Para piorar a situação do time de Marcelo Bielsa, os dois zagueiros titulares estavam suspensos. Um deles era Waldo Ponce, o segundo jogador mais alto do elenco, com 1,83m. O primeiro volante, Estrada, também cumpriu suspensão.

O gol abriu o jogo para o Brasil, que até então mostrava pouca criatividade no meio de campo, apesar dos espaços cedidos pelo adversário. O Chile precisou buscar o empate e deixou sua defesa ainda mais exposta. Os brasileiros foram eficientes novamente e aproveitaram seu primeiro contra-ataque após o gol e aumentaram a vantagem no placar. Luís Fabiano marcou, após passe preciso de Kaká.

A vitória foi confirmada no início do segundo tempo, em novo contragolpe. Ramires arrancou pelo meio e deu assistência para Robinho anotar o terceiro gol. O Brasil ainda teve pelo menos três boas chances de gol em contra-ataques, mas Kaká, Robinho e Michel Bastos não conseguiram converter.

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