Alex Silva/Estadão
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Brasil já tem base forte para seleção olímpica, diz Alexandre Gallo

Dois anos antes dos Jogos Olímpicos, técnico da seleção apresenta possíveis nomes que irão compor a equipe no início do Rio-2016

Rodrigo Viga Gaier - REUTERS

28 de outubro de 2014 | 18h00

A menos de dois anos dos Jogos Olímpicos de 2016, o técnico da seleção brasileira olímpica, Alexandre Gallo, acredita que já tem uma base do time que buscará no Rio de Janeiro a inédita medalha de ouro olímpica no futebol.

Depois da Copa do Mundo, o técnico, que também é coordenador das categorias de base do Brasil, fortaleceu a preparação da equipe atualmente sub-21, com a disputa de amistosos em datas Fifa e outros jogos."Temos uma base e um grupo de atletas muito forte e igual. As escolhas serão uma dor de cabeça muito positiva e acho que vamos formatar um time muito legal”, afirmou Gallo.

O técnico cita nomes como os do goleiro Jacsson (Internacional), os laterais Fabinho (Mônaco) e Wendell (Bayer Leverkusen); os zagueiros Dória (Olympique de Marsellha), Wallace (Mônaco) e Marquinhos (PSG); os volantes Rodrigo Caio (São Paulo), Alisson (Santos) e Lucas Silva (Cruzeiro); além dos meias e atacantes Rafael Alcântara (Barcelona), Ademilson (São Paulo), Talisca (Benfica) e Thalles (Vasco). E acredita que esses nomes formaria uma boa equipe para o início das Olimpíadas.

No entanto, Gallo fez questão de ressaltar que, apesar de ter uma base, nada impede que surjam surpresas. “O futebol brasileiro é muito dinâmico. Temos que estar sempre observando e monitorando. Temos muitos bons valores”, disse.

Recentemente, o Brasil venceu amistosos internacionais contra Bolívia e Estados Unidos sub-23 e, no mês que vem, a seleção brasileira participará de um torneio internacional na China.Por conta da reta final da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro, Gallo precisou mudar sua convocação original para a competição na Ásia. Ele chamou basicamente jogadores que atuam no exterior para não prejudicar os clubes brasileiros.

O técnico acredita que essa será uma boa oportunidade para observar alguns jogadores que estão mais distantes dos olhos da comissão técnica.

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