Lucas Figueiredo/CBF
Lucas Figueiredo/CBF

Brasil tem 4 'sobreviventes' de último encontro e suíços mantêm base

Marcelo, Thiago Silva, Paulinho e Neymar estiveram na partida de 2013, com a seleção derrotada por 1 a 0

Leandro Silveira, enviado especial / Rostov-On-Don, Estadao Conteudo

16 Junho 2018 | 07h06

O jogo de estreia do Brasil na Copa do Mundo, neste domingo, em Rostov-on-Don, contra a Suíça, também marcará o fim de um jejum: as duas seleções não se enfrentam há cinco anos. E o último duelo foi vencido pela seleção europeia por 1 a 0, sendo que quatro jogadores que participaram daquele revés terão a oportunidade de buscar uma "vingança".

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Em agosto de 2013, no seu primeiro compromisso após a conquista do título da Copa das Confederações, a seleção brasileira foi até a Basileia enfrentar a equipe da casa e acabou sendo batida por 1 a 0 em um amistoso. Titulares naquela partida na equipe então dirigida por Luiz Felipe Scolari, o zagueiro Thiago Silva, o lateral-esquerdo Marcelo, o volante Paulinho e o atacante Neymar também estão no grupo convocado por Tite para a Copa do Mundo da Rússia e começarão jogando neste domingo em Rostov-on-Don.

Um quinto brasileiro também poderia estar em campo nesse reencontro: o lateral-direito Daniel Alves. Foi dele o gol contra que definiu a derrota da seleção para a Suíça em 2013, nos primeiros minutos do segundo tempo. Ele era considerado nome certo para a Copa do Mundo na Rússia, mas não pôde ser chamado por Tite após sofrer grave lesão no joelho direito em maio.

 

No lado da Suíça, também há remanescentes daquele amistoso. São eles: os defensores Lichtsteiner, Lang, Schär e Rodríguez, os meio-campistas Behrami, Dzemaili e Xhaka, além dos atacantes Shaqiri, Seferovic e Gavranovic. E a equipe deverá jogar com uma formação bem parecida à daquele amistoso, com oito dos dez remanescentes devendo ser titulares - as exceções seriam Lang e Gavranovic.

"Tive a experiência de jogar contra a Suíça uma vez e imagino que eles venham jogar com linha baixa e marcação bem forte. O torcedor pode imaginar que não é um grande clássico, mas nós sabemos que vai ser um jogo muito difícil. A competitividade é muito grande, temos que focar nisso, colocar isso na cabeça", disse Paulinho, um dos poucos brasileiros que reencontrará os suíços cinco anos depois do último duelo entre as seleções.

 

 

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