Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

Brasil tem prova de fogo contra o Japão na estreia da Copa das Confederações

Técnico Felipão trata vitória em Brasília como fundamental para conquistar a torcida

Mateus Silva Alves - Enviado especial , O Estado de S. Paulo

14 de junho de 2013 | 20h23

BRASÍLIA - Três anos se passaram desde que o

Mas há um problema: para não deixar a defesa abandonada quando os laterais estão no ataque, Felipão contém o avanço dos volantes Luiz Gustavo e Paulinho. O mais prejudicado é o jogador do Corinthians, que em seu clube se destaca pela facilidade para fazer gols, mas na seleção tem de ser um pouco mais conservador.

No período de treinos que a seleção fez em Goiânia, Felipão ensaiou bastante a marcação por pressão sobre a defesa adversária. Esse recurso deverá ser usado especialmente no começo da partida, para "assustar" os japoneses.

Um gol da seleção logo de cara certamente obrigará os campeões asiáticos a se abrirem e isso dará espaço para os sempre perigosos contra-ataques do Brasil. Foi justamente em um contra-ataque, aliás, que a seleção fez seu segundo gol no amistoso contra a França.

FÉ NA TORCIDA 

Se tudo der certo, a seleção vai contar com o apoio da torcida em Brasília, como contou no Rio de Janeiro, contra a Inglaterra, e em Porto Alegre, diante dos franceses. O xis da questão é saber como os torcedores se comportarão caso as coisas comecem a dar errado, por exemplo.

Com a palavra, Felipão: "Se nós tivermos alguma dificuldade e o torcedor não nos ajudar, aí jogar em casa não será uma vantagem para nós."

O gaúcho está colocando todo o seu carisma em jogo para tentar conquistar o apoio dos brasileiros, e passará por uma dura prova hoje em Brasília. Assim como serão testados os seus jogadores e a organização do torneio. E por que não dizer também a torcida?

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