Brasil tenta minimizar desgaste físico na Confederações

Trabalho seguirá focado no descanso e boa alimentação, avisa o médico e o preparador físico da seleção

EFE

17 de junho de 2009 | 11h28

PRETÓRIA - O cansaço vem sendo o principal adversário do Brasil na Copa das Confederações e o repouso dos jogadores vem sendo uma das prioridades da comissão técnica.

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O trabalho focado no descanso e boa alimentação, chamado de "pijama training" pelo médico José Luiz Runco, é a medida mais adequada para um grupo que, em sua maioria, está em final de temporada.

O médico da seleção explicou que o Brasil está desde 6 de junho em ritmo de competição oficial, e não foi possível realizar uma preparação exclusiva para o torneio na África do Sul.

Além disso, os atletas precisam se adequar ao fuso horário e o metabolismo tem que se adaptar a uma nova situação.

"As energias estão no limite, e trabalha-se exclusivamente para superar as partidas. O ritmo das necessidades fisiológicas é alterado, assim como o sono. Por isso, devemos reforçar o jogador com alguns complexos vitamínicos e o pijama training", afirmou.

Entre os jogadores com mais dificuldades estão o lateral-direito Maicon, que ficou fora da estreia contra o Egito, e o zagueiro Juan, que atuou durante os 90 minutos. "Isto não quer dizer que eles estejam lesionados. Têm problemas, mas podem melhorar", explicou.

Segundo o auxiliar Jorginho, a comissão técnica vem conversando com os atletas e admite fazer mudanças para o jogo contra os Estados Unidos.

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