Felipe Rau / Estadão
Felipe Rau / Estadão

Brasileiros exibem confiança em boa prova na maratona aquática do Pan-Pacífico

País terá dois atletas competindo tanto entre homens quanto entre mulheres; prova masculina conta com 14 participantes e feminina com 17

Estadão Conteúdo

13 Agosto 2018 | 12h34

Depois de o Brasil fechar a sua participação nas provas de piscina do Campeonato Pan-Pacífico de Natação com quatro medalhas, sendo uma delas de ouro no revezamento 4x100 metros livre masculino, os nadadores do País estão confiantes de que poderão conquistar bons resultados na maratona aquática da competição, que será encerrada na noite desta segunda-feira (no horário de Brasília) em Tóquio e já manhã de terça pelo horário local, no Japão.

A prova masculina começará às 19h e a feminina terá largada pouco depois, às 19h05. O Brasil será representado por Ana Marcela Cunha, Viviane Jungblut, Allan do Carmo e Victor Colones neste último evento que fecha esta edição do Pan-Pacífico, que pela primeira vez conta com a maratona aquática em seu programa de disputas.

Inserida na competição, esta modalidade terá apenas uma prova de 10 quilômetros, que é a distância realizada na luta por medalhas nos Jogos Olímpicos. E Ana Marcela Cunha enfatizou a importância de os brasileiros conseguirem desempenhar um bom papel nesta segunda-feira.

"É uma competição importante no nosso calendário. O maior foco acaba sendo a Copa do Mundo, mas a gente se preparou para competir bem aqui. Toda competição é importante, independentemente se é etapa de Brasileiro, se é Copa do Mundo ou o Pan-Pacífico, nós temos que nadar bem e representar bem o Brasil", afirmou a nadadora, por meio de declarações reproduzidas no final desta manhã pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA).

Viviane Jungblut foi outra a exibir confiança em um bom resultado ao projetar a prova. "A expectativa é boa. Estamos treinando muito forte nestes últimos dias, focados no que temos de fazer. O objetivo é chegar bem preparado psicologicamente e fisicamente para conquistar um bom resultado para o Brasil na competição", disse.

Já o experiente Allan do Carmo enfatizou a importância do período de aclimatação que os atletas do Brasil fizeram em Sagamihara, no Japão, antes de seguirem para Tóquio.

"Fomos muito bem acolhidos pelo pessoal do COB (Comitê Olímpico do Brasil) e da CBDA, pelos voluntários e também a alimentação. A estrutura da piscina também é muito legal, estamos à vontade, parece que estamos em casa. A expectativa é que seja uma prova forte. Temos nomes muito importantes nessa prova, então vai ser bem disputado", projetou.

Por fim, Victor Colonese mostrou que aposta em um desempenho expressivo nesta segunda-feira, sendo que na prova masculina foram inscritos apenas 14 nadadores, enquanto a feminina conta com 17 competidoras, também um número baixo para esse tipo de disputa.

"Venho de um resultado que me agradou bastante na etapa do Canadá, então a minha expectativa é muito boa. Serão atletas duros, difíceis, mas tenho certeza de que podemos ter bons resultados. Venho com um pouco mais de experiência depois de um tempo fora da seleção", disse.

Além do ouro no revezamento 4x100 metros nado livre masculino, herdado após uma punição aplicada à equipe dos Estados Unidos, o Brasil conquistou neste Pan-Pacífico uma prata com Leonardo de Deus nos 200m borboleta e dois bronzes, sendo um com Vinicius Lanza nos 100m borboleta e outro com João Luiz Gomes Júnior nos 100m peito.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.