São Paulo / DIvulgação
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Bruno Alves aprova bronca de Diniz no São Paulo: 'time relaxou'

Zagueiro é mais um atleta a destacar a necessidade do time em saber aproveitar as chances criadas

Redação, O Estado de S.Paulo

02 de março de 2020 | 15h43

A vitória diante da Ponte Preta não apagou o segundo tempo ruim do São Paulo. O zagueiro Bruno Alves revelou que o técnico Fernando Diniz ficou bastante irritado e cobrou o elenco no vestiário após o jogo. A equipe, segundo o jogador, não pode relaxar nas partidas, sobretudo nas da Copa Libertadores da América.

O São Paulo estreia na próxima quinta-feira, contra o Binacional, do Peru, no estádio Guillermo Briceño Rosamedina, na cidade de Juliaca, pelo Grupo D. "Estava corretíssimo em nos dar uma bronca, porque conseguimos implantar tudo o que treinamos na semana, movimentações ofensivas, envolvendo a Ponte Preta… No segundo tempo, ele pediu para que mantivéssemos o ritmo, mas o time relaxou uns dez minutos depois da expulsão, e ele estava corretíssimo em nos cobrar, porque no futebol não há momento fácil na partida", afirmou Bruno Alves.

"Tudo depende da nossa posição, do que fazemos em campo. Serve para ligar um sinal de que não podemos relaxar em nenhum momento", completou.

Bruno Alves acredita que faltou ao São Paulo matar o jogo no começo do segundo tempo diante da Ponte Preta. E que isso também serve de alerta para o jogo da Libertadores. A equipe, na avaliação do zagueiro, está em um momento de crescimento, resolvendo principalmente os problemas ofensivos.

"Estamos melhorando, temos de transformar as oportunidades em gols, matar o jogo. Isso vem melhorando. Contra o Oeste, fizemos quatro gols. Ontem (domingo) fizemos dois. Só faltou matar a partida no segundo tempo. Na Libertadores temos de aproveitar bem e fazer gols quando tivermos oportunidade, porque é uma competição extremamente difícil", discursou o zagueiro.

O jogador revela estar ansioso para disputar pela primeira vez uma fase de grupos da Libertadores. No ano passado, Bruno Alves era titular da equipe que caiu na primeira etapa para o Talleres, da Argentina.

"A vontade já corre nas veias de todo são-paulino que espera uma Libertadores. Nós sabemos a responsabilidade de encarar cada partida e temos todos os ingredientes para fazer uma boa Libertadores", afirmou. "Minha primeira lembrança é o Morumbi lotado, festa da torcida, clima diferente. Em 2005, acompanhei o São Paulo pela TV sendo campeão. Hoje estar jogando uma Libertadores pelo São Paulo é a realização de um sonho. A gente chega em um bom momento, vamos fazer uma grande Libertadores."

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