Bruno César pode, enfim, se tornar a referência no Palmeiras

Sem a presença de Valdivia, meia ganha espaço e liberdade para jogar, melhora a condição física, mas será mais pressionado

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

17 de julho de 2014 | 04h55

O jogo é especial para o meia Bruno César. Pela primeira vez, ele entra em campo sabendo que é o principal responsável por ser o cérebro da equipe do Palmeiras. Valdivia está de partida para os Emirados Árabes, portanto, a missão agora é apenas dele.

O fato de ter que dividir a função com Valdivia incomodava o meia, que já havia dito algumas vezes o quanto sentia dificuldades em jogar com a companhia do chileno. Ele era escalado caindo pelas pontas, posição que necessitava maior movimentação, função que ele não estava tão acostumado e nem tinha fôlego. Por isso, segundo ele, ainda não conseguiu jogar o que todo mundo esperava dele.

A questão física era outro ponto que atrapalhava a vida do jogador. Quando chegou do Al Ahli, da Arábia Saudita, ele estava visivelmente acima do peso e nunca conseguiu ficar dentro do que a comissão técnica achava a ideal.

A paralisação para a Copa fez bem para ele. Bruno César voltou claramente mais fino e a tendência é que aguente mais o ritmo de jogos. E sua maior participação será necessária, já que o elenco não conta com tantas opções para ser o garçom. Mendieta também foi preparado para fazer a função, mas é outro que não convenceu desde que chegou ao clube. A diretoria procura reforços para o setor, mas a esperança é de ver Bruno César dando conta do recado. 

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