Felipe Rau/AE
Felipe Rau/AE

Bruno evita contas e vê '12 finais' para o Palmeiras

Goleiro do Palmeiras ressalta que o mais importante nesse momento do campeonato é não perder

AE, Agência Estado

26 de setembro de 2012 | 14h24

SÃO PAULO - Após treinar com o elenco do Palmeiras na manhã desta quarta-feira, na Academia de Futebol, o goleiro Bruno afirmou que não adianta ficar fazendo contas em relação ao número de pontos que o time precisa somar para se livrar do rebaixamento no segundo turno do Campeonato Brasileiro. O jogador enfatizou que o importante é encarar cada um dos 12 próximos jogos que virão pela frente até o fim da competição como uma decisão.

"Temos que ganhar a cada jogo. Colocamos na cabeça que temos que ganhar jogo a jogo e, se possível, não perder. Não adianta ficar pensando que, em 12 jogos, nós temos que ganhar sete. Sabemos da nossa capacidade. Mesmo perdendo jogos, a gente vinha jogando bem, mas, por um motivo ou outro, nós não ganhávamos. Antes do jogo contra o Figueirense (no último sábado), nós tínhamos 13 finais, agora são 12", ressaltou o goleiro, durante entrevista coletiva.

Bruno também elogiou o período de preparação da equipe para a partida diante do Figueirense, no qual o elenco foi até Itu, no interior paulista, depois da derrota por 2 a 0 no clássico contra o Corinthians, no Pacaembu. Nesta semana, o técnico Gilson Kleina optou por manter o time em São Paulo e o goleiro palmeirense alertou sobre a necessidade de os jogadores seguirem focados apenas no confronto deste sábado, contra a Ponte Preta, às 21 horas, no Pacaembu, pela 27.ª rodada da competição nacional.

"Temos que manter o mesmo ritmo. Nos fortalecemos bastante em Itu. Aqui no CT, depois do treino, cada um vai para a sua casa. Lá em Itu, a gente ficava junto o tempo todo. Vamos nos unir e nos fortalecer ainda mais nesta semana", garantiu Bruno, para em seguida negar que havia um clima ruim no elenco palmeirense no período final da segunda passagem de Luiz Felipe Scolari pelo comando da equipe.

"O clima entre a gente sempre foi o mesmo, nunca tivemos problema nenhum. Já me perguntaram se o grupo estava rachado. Isso é tudo mentira, não tem nada. Eu tenho 15 anos de Palmeiras e esse é um dos melhores grupos em que eu já trabalhei", reforçou.

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