Caio Júnior diz estar satisfeito com o time do Palmeiras

Não foi uma exibição de gala, mas o técnico Caio Júnior e seus jogadores saíram bastante satisfeitos com a vitória desta quinta-feira por 1 a 0 sobre o Santo André. ?Ganhamos os três jogos que disputamos. Mais que isso: nossa equipe mostrou que está com cara de vencedora?, disse o treinador. ?Foi uma vitória de superação?, comentou. Com o resultado, o Palmeiras segue com 100% de aproveitamento, ao lado de Corinthians, Noroeste e Santos. Perde dos rivais apenas no saldo de gols. Caio repetiu o discurso de que o time ?continua em formação?. Lembrou que os reforços Leandro, Martinez e Florentín ?ainda nem estrearam?. Destacou o goleiro Marcos como o melhor em campo, poupou Edmundo de críticas maiores e revelou: já pensa até em começar a poupar jogadores, domingo, contra o Grêmio Barueri. ?Senti alguns jogadores, como o Paulo Baier, muito estafados por essa maratona de dois jogos por semana logo depois daquela pré-temporada puxada. Não quero perder jogadores por lesões musculares?, justificou. ?Se eu tiver que tirar, vou tirar.? O técnico voltou a deixar claro que não existe ?titular absoluto? no time. Era um recado direto à dupla Edmundo e Valdívia. Os dois nem haviam treinado juntos. ?A gente sentiu que faltou entrosamento dos dois no início do jogo?, admitiu o volante Marcelo Costa. ?Foi só a estréia do Edmundo. É lógico que ele ainda está sem ritmo de jogo. Com o tempo, a tendência é melhorar bastante?, falou Caio. Sem jogar desde o início de novembro, Edmundo disse que se sentiu bem. ?O mais importante foi a vitória. Deu para sentir que, nesses nossos primeiros jogos no ano, os times já estão encarando o Palmeiras de outra forma. A gente andava muito sem moral?. Chiclete da torcida O meia Valdívia protagonizou o momento mais curioso do confronto desta quinta no Palestra Itália. Minutos após o apito inicial do juiz Luiz Flávio de Oliveira, o atleta chileno foi até o banco de reservas e pediu um chiclete. Pego de surpresa, o massagista foi até a torcida para conseguir a guloseima, que foi doada por uma torcedor que estava na arquibancada. Por causa da dificuldade de comunicar-se em português, Valdívia, que está jogando no País desde julho de 2006, não quis falar sobre o assunto e saiu do campo sem falar com a imprensa.

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