Ricardo Saibun/Divulgação - Santos
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Caju, que jogava na várzea no ano passado, foi cartada de Enderson

Baiano de Irecê atuava no ano passado pela Associação Atlética da cidade paulista de Altair e mora no alojamento da Vila Belmiro

Sanches Filho, O Estado de S. Paulo

23 Setembro 2014 | 07h00

Enderson Moreira aos poucos supera focos de rejeição ao seu trabalho. Em cinco jogos sob sua direção, foram três vitórias, um empate e uma derrota. 

Na quinta-feira, Enderson vai tentar romper mais uma barreira: ganhar o seu primeiro jogo como visitante, contra o Atlético-MG, no Independência, em Belo Horizonte. Nessa partida, o time não terá David Braz, que vai cumprir suspensão pelo terceiro amarelo, mas, em compensação, voltarão o capitão Edu Dracena e Arouca, que foram poupados domingo.

A maior surpresa de Enderson contra o Figueirense foi a escalação de Caju na lateral esquerda. Baiano de Irecê, o jogador de 19 anos jogava no ano passado na várzea, pela Associação Atlética da cidade paulista de Altair, para onde se mudou com a família aos cinco anos. Promovido para o time profissional por Oswaldo de Oliveira em agosto, Caju, cujo nome de registro é Wanderson de Jesus Martins, mora no alojamento da Vila Belmiro e suou frio em sua primeira coletiva de imprensa, para oito jornalistas, ontem à tarde, no CT Rei Pelé. “Estou tremendo. É mais difícil falar aqui do que foi jogar a primeira vez no time principal”, disse o garoto.

Para Enderson, Caju foi bem na estreia. “Ele apareceu bem na frente, teve personalidade e essas características são boas para o primeiro jogo de um garoto que estava na várzea até outro dia.”

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