Marcio Fernandes
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'Calejado', Dorival se nega a fazer contas contra o rebaixamento

Técnico passou por situação parecida no Fluminense durante o Campeonato Brasileiro do ano passado e a matemática o 'traiu'

DANIEL BATISTA, O Estado de S.Paulo

07 de outubro de 2014 | 16h13

Um dos assuntos mais comentados entre times que lutam contra o rebaixamento é a quantidade de pontos ideal para escapar da queda. O técnico Dorival Júnior assegura que esse assunto não passa por sua cabeça no Palmeiras, já que ele tem uma experiência recente bem negativa sobre o tema. Quando dirigia o Fluminense no ano passado, a matemática traiu o clube das Laranjeiras.

"Nunca mais faço contas. Não costumo fazer isso e penso rodada a rodada. Você faz planejamento que não são respeitados. Tenho um exemplo muito claro sobre isso. Ano passado assumi o Fluminense faltando cinco jogos. Teoricamente, precisávamos de nove pontos. Conseguimos dez e mesmo assim não foi suficiente", lembra o treinador, que no ano passado dirigiu o Fluminense até o fim da temporada e anteriormente comandou o Vasco, que também acabou sendo rebaixado.

Vale lembrar que o Fluminense ficou com 46 pontos e ficou entre os quatro últimos colocados do Brasileiro do ano passado, mas acabou sendo beneficiado com o fato da Portuguesa ter escalado irregularmente o meia Héverton. Com isso, o time do Canindé caiu e a equipe carioca permaneceu na Série A.

No Fluminense, Dorival teve três vitórias, um empate e uma derrota. No Palmeiras, até o momento, ele disputou nove jogos. Foram três vitórias, dois empates e quatro derrotas. O 10º jogo acontece nesta quarta-feira, contra o Botafogo, às 19h30, no Maracanã.

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