Issouf Sanogo/AFP
Issouf Sanogo/AFP

Camarões vence Egito de virada e conquista 5º título da Copa Africana de Nações

Vitória deste domingo é a primeira contra o rival em três finais disputadas

Estadão Conteudo

05 Fevereiro 2017 | 19h38

A seleção de Camarões venceu o Egito por 2 a 1, neste domingo, de virada, no Estádio L’Amitié Sino, em Libreville, e conquistou o título da Copa Africana de Nações realizada no Gabão. O time camaronês alcançou o seu quinto título da competição continental.

Apesar da derrota, o Egito segue como maior vencedor do torneio, com oito títulos, enquanto Camarões se isolou como o segundo. Esta foi a terceira final entre as duas seleções, e o time egípcio havia ficado com o troféu nas oportunidades anteriores: 1986 e 2008.

A conquista ainda serviu para levar a seleção de Camarões à Copa das Confederações, que será realizada entre junho e julho deste ano, na Rússia. A seleção africana vai jogar no Grupo B, com Chile, Alemanha e Austrália. No Grupo A aparecem Rússia, Nova Zelândia, Portugal e México.

Na campanha pelo título, Camarões largou mal, classificando-se apenas na segunda colocação do Grupo A, que ainda contava com Burkina Fasso, Guiné-Bissau e Gabão. Na fase mata-mata, a partir das quartas de final, a seleção camaronesa eliminou Senegal, nos pênaltis, e Gana. Já o Egito aparecia como favorito, já que liderou invicto a chave com Gana, Mali e Uganda, e ainda passou por Marrocos e Burkina Fasso antes de sucumbir na decisão.

Na partida deste domingo, o Egito saiu na frente e abriu o placar aos 21 minutos do primeiro tempo. Após boa troca de passes pelo lado direito, Elneny recebeu na grande área e chutou forte no alto, sem chances de defesa.

Já na segunda etapa, Camarões buscou o empate aos 13 minutos. Após cruzamento pelo lado esquerdo, Nicolas N'Koulou subiu mais alto que a zaga adversária e testou para as redes.

Quando o jogo se encaminhava para a prorrogação, a seleção de Camarões tratou de garantir a virada. Aos 42 minutos, Aboubakar recebeu longo lançamento na entrada da área, matou no peito, aplicou um chapéu no marcador e mandou para o gol antes que a bola quicasse, marcando um golaço que valeu o título da Copa Africana para os camaroneses.

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