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Glyn Kirk/AFP
Glyn Kirk/AFP

Caminhadas de 30km e tiro ao alvo: o que Son terá pela frente no serviço militar

Jogador sul-coreano terá atividades pesadas enquanto cumprirá os trabalhos durante a quarentena

Redação, O Estado de S.Paulo

07 de abril de 2020 | 12h15

O meia Son Heung-Min, do Tottenham, não terá uma rotina tranquila ao aproveitar a pausa do calendário do futebol para cumprir o serviço militar obrigatório na Coreira do Sul. Exercícios pesados como caminhadas de 30 quilômetros e com um material de 40 kg nas costas ou atividades de tiro ao alvo e com gás lacrimogêneo estão entre as novas atribuições do jogador.

Segundo informações da agência de notícias Reuters obtidas com um militar dos Fuzileiros Navais, apesar dos trabalhos pesados, quando se trata de personalidades sul-coreanas famosas a intensidade das atividades podem ser reduzidas. "Quando se está no exército, os militares devem ser capazes de disparar um rifle, respirar metade dos gases e participar de uma batalha, arrastando-se pelo chão", disse a fonte, que fez um adendo:"“Durante a marcha, nossos recrutas regulares do Corpo de Fuzileiros Navais levam 40 kg de equipamentos, mas poderia ser muito mais leve para recrutas alternativos, dependendo do programa".

Son havia recebido dispensa da prestação de serviços militares obrigatórios regulares, por honraria expressiva ao país. Em 2018, o atacante foi um dos protagonistas da seleção sul-coreana, campeã dos Jogos Asiáticos, o que lhe isentou da obrigatoriedade do período de prestação regular. Na Coreia do Sul, homens precisam servir ao exército por dois anos e o alistamento precisa ser feito até os 27 anos de idade.

Apesar da dispensa, Son terá de cumprir o equivalente a um mês de serviços. O jogador aproveita a paralisação do futebol inglês, para quitar suas pendências com exército sul-coreano, num momento de pandemia. O jogador já está em seu país, porém, em auto-quarentena, já que veio do exterior. 

Especula-se que o craque dos Spurs iniciará seu programa militar no dia 20 de abril, apesar de a Military Manpower Administration (MMA), que lida com questões de recrutamento, ter se recusado a confirmar data e local, por questões de privacidade. 

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