Reprodução/Campanha #TodosAoMorumbi
Reprodução/Campanha #TodosAoMorumbi

Campanha pede que são-paulinos tratem jogo da Sul-Americana como 'quarta de Libertadores'

Ídolos participam da campanha #TodosAoMorumbi; São Paulo joga na próxima quarta contra o Rosário Central

Matheus Lara e Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

02 Maio 2018 | 20h33

Uma campanha nas redes sociais, mobilizada por blogueiros, torcedores e com a participação de ídolos do São Paulo, pede que o time tenha uma “quarta de Libertadores” na semana que vem contra o Rosário Central, pela volta da 1ª fase da Sul-Americana.

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Com a hashtag #TodosAoMorumbi, o grupo pede que a torcida volte a lotar o estádio, esvaziado neste primeiro semestre da temporada. O clube voltou a apostar em ingressos a preços reduzidos para tentar repetir os bons públicos que marcaram 2017.

"Vamos apoiar o time nesta hora", diz o atacante Jonathan Calleri em vídeo divulgado pela organização da campanha. "Vamos lotar o Morumbi", complementa Lugano, superintendente de relações institucionais do clube. Amoroso, Luizão, Careca e Bosco também aparecem no vídeo.

 

"Antes conhecidos como “modinhas” ou “torcida de Libertadores”, nós mostramos que somos a maior torcida tricolor do Brasil. Hoje nossas campanhas são imitadas por todos os clube", defendem os organizadores. "Não basta sentirem o peso da nossa camisa, chegou a hora de conhecem o peso da nossa torcida."

No ano passado, as redes sociais foram um espaço importante para mobilização da torcida tricolor. Pelo menos duas grandes campanhas no Twitter marcaram 2017. Em abril, após as eliminações no Paulistão, Copa do Brasil e Sul-Americana, torcedores contrariaram a lógica e lançaram a hashtag #UnidosPeloSPFC, que passou a ser usada como mote da fé no time e ajudou a mobilizar grandes públicos para o Morumbi. A equipe terminou o Brasileiro com os cinco maiores públicos do torneio. 

Em novembro, #SaoPaulinasUniformizadas foi a hashtag usada por torcedoras para protestar contra a falta de produtos femininos na loja oficial do São Paulo, que admitiu o problema e prometeu mudanças. “Nos últimos dois anos, a vendas em artigos femininos superou a soma dos sete anteriores”, explicou o clube. “O aumento nas vendas se mostrou uma agradável surpresa e gerou um descompasso nos estoques, que estão sendo reabastecidos.” 

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