Alejandro Pagni / AFP
Alejandro Pagni / AFP

Campeão da Libertadores em 2007, Miguel Ángel Russo assume o comando do Boca

Técnico tentará encerrar jejum do clube na competição continental, que dura justamente desde o título que venceu

Redação, Estadão Conteúdo

30 de dezembro de 2019 | 21h43

O Boca Juniors decidiu apostar no técnico que conquistou pela última vez a Copa Libertadores pelo clube para tentar voltar a vencê-la. Nesta segunda-feira, a direção da equipe confirmou a contratação do técnico Miguel Ángel Russo e realizou a sua apresentação, relembrando a taça assegurada no seu ciclo anterior, em 2007.

"Tomara que consigamos ganhar a Libertadores e festejá-la em La Bombonera", disse Russo, que se emocionou com a exibição de um vídeo referente ao título da Libertadores, assegurada em uma decisão contra o Grêmio. "Foi a melhor equipe que dirigi", acrescentou.

Hoje com 63 anos, Russo ficou à frente do Boca durante todo 2007, sendo segundo colocado no Torneio Clausura, quarto no Apertura e finalista do Mundial de Clubes com uma equipe liderada pelo craque Riquelme, agora vice-presidente do time - foi eleito na chapa de Jorge Amor Ameal, novo presidente do clube.

Depois disso, Russo passou por diversos times, tendo sido o seu principal trabalho à frente do Millonarios, de 2016 a 2018, sendo campeão do Torneio Finalización em 2017 e da Superliga da Colômbia em 2018. E seu último trabalho foi no Cerro Porteño, de junho até outubro.

Em 2020, sob o comando de Russo, o escolhido para suceder Gustavo Alfaro, o Boca Juniors estará no Grupo H da Libertadores. O Libertad, o Caracas e um time ainda a ser definido vão ser seus oponentes nesta fase da competição. Já no Campeonato Argentino, o time ocupa a segunda posição, a um ponto do Argentinos Juniors.

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