Acervo/Estadão
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Campeões mundiais em 1958 e 1962 se tornam embaixadores da seleção brasileira

Ação semelhante havia sido realizada há pouco mais de uma semana com os campeões mundiais de 1970

Redação, Estadão Conteúdo

29 de junho de 2020 | 19h03

A CBF comunicou nesta segunda-feira que os jogadores que fizeram parte dos elencos que venceram as edições de 1958 e de 1962 da Copa do Mundo passam a ser, oficialmente, "Embaixadores da Seleção Brasileira". Ação semelhante havia sido realizada há pouco mais de uma semana com os campeões mundiais de 1970.

De acordo com a CBF, esses ex-jogadores vão receber, em suas residências, uma réplica em miniatura da Taça Jules Rimet e um título que dá a opção de assinarem um contrato, com remuneração fixa e mensal, para representarem a CBF em eventos sociais, educacionais, institucionais ou em visitações ao Museu Seleção Brasileira.

Essa nova homenagem foi anunciada no dia em que se celebra o aniversário de 62 anos da conquista da equipe nacional em 1958. Dino Sani, Moacir, Mazzola, Pepe, Pelé e Zagallo são os remanescentes da conquista na Suécia. No grupo do bicampeonato, além de Pepe, Pelé e Zagallo, Jurandir, Mengálvio, Jair da Costa e Amarildo serão os agraciados com a honraria. O Rei do Futebol e Zagallo já haviam recebido o título pela presença na seleção tricampeã mundial.

"O tricampeonato conquistado em 70 é uma jornada brilhante, da qual fazem parte três times de heróis: as seleções de 58, 62 e 70. Por isso, as iniciativas e homenagens da CBF, na comemoração dos 50 anos da conquista no México, se estendem também aos craques de 58 e 62. Queremos os ídolos cada vez mais próximos da CBF. A experiência deles é uma contribuição muito importante para a nossa missão de promover o desenvolvimento contínuo do futebol brasileiro", afirma Rogério Caboclo, presidente da CBF.

 

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