Candidato a presidente Champagne quer Fifa mais humilde

O candidato à presidência da Fifa Jérôme Champagne defendeu que a entidade seja menos formal e mais humilde no futuro.

BRIAN HOMEWOOD, REUTERS

30 de outubro de 2015 | 19h22

Atingida por escândalos de corrupção, a Fifa teve o seu presidente, Joseph Blatter, e Michel Platini, antes considerado o favorito para assumir o cargo, suspensos por 90 dias.

Além de alegações de corrupção, a Fifa tem sido criticada por sua extravagância, com funcionários com estilo de vida cinco estrelas, que inclui jatos particulares e banquetes em palácios.

"Há muitas coisas que eu acho que precisamos melhorar em termos de estilo", disse Champagne, um dos sete candidatos para a eleição fevereiro, à Reuters.

O ex-diplomata francês, que trabalhou em várias funções na Fifa entre 1999 e 2010, disse que quer reduzir os custos em cinco por cento em todas as áreas, exceto programas de desenvolvimento.

"Nós definitivamente podemos economizar alguns custos na administração e na Copa do Mundo", afirmou.

"A reconstrução da imagem da Fifa só será alcançada se houver uma mudança de estilo, que seja mais aberto às pessoas, mais acessível e, em certa medida, mais humilde", acrescentou.

Ele sugeriu que não há necessidade de as autoridades da Fifa usarem terno nos jogos de futebol. "Acho que podemos ir a um estádio sem gravata, um 'casul' elegante estaria bem", disse ele. "Se você olhar para as imagens, quando uma ola é realizada pelos torcedores, você tem todas as cores das camisas, e, de repente, uma área escura com pessoas que não estão em pé."

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