Pascal Rossignol/Reuters
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Candidato à Fifa nega irregularidade em pagamentos ao Haiti

Sul-coreano Chung Mong-joon alega que fez 'doações' em 2010

PETER RUTHERFORD, REUTERS

19 de agosto de 2015 | 09h34

O sul-coreano Chung Mong-joon, candidato à presidência da Fifa, disse nesta quarta-feira que os pagamentos que ele fez para o Haiti e o Paquistão em 2010 eram "doações" e qualquer tentativa de usá-los como parte de uma citada investigação sobre comportamento ético é "cínica e antiética".

Ao comentar informações da mídia de que a entidade que comanda o futebol mundial estava investigando o bilionário sul-coreano sobre o fundo “de ajuda a desastres”, Chung disse em uma declaração que ele costuma doar dinheiro para causas sociais em seu país e no exterior desde a década de 1990.

"Reportagens recentes da mídia alegam que a Fifa iniciou uma investigação sobre o vice-presidente honorário dr. Chung Mong-Joon por doações de ajuda em razão de desastres no Haiti e Paquistão", disse o comunicado.

Chung está na corrida para substituir Joseph Blatter como presidente da Fifa, entidade que vem sendo abalada por escândalos de corrupção. A Fifa vai realizar um congresso eletivo em 26 de fevereiro para decidir sobre a substituição de Blatter, que renunciou ao cargo após o estouro das investigações de subornos.

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