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Candidatos do Palmeiras sonham com Rodrigo Caetano

Dirigente, que atualmente está no Vasco, faz parte dos planos de Paulo Nobre e Pescarmona e deve aparecer no clube em 2015

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

16 de outubro de 2014 | 07h04

Paulo Nobre e Wlademir Pescarmona, rivais nas eleições no Palmeiras, têm poucas coisas em comum, mas em um assunto eles parecem falar a mesma língua. Ambos querem Rodrigo Caetano para ser o "homem-forte" do futebol do clube. A missão de tirá-lo do Vasco não parece complicada nesse momento. O gerente tem contrato com o clube carioca até dezembro e não parece empolgado com a possibilidade de ficar em São Januário por mais uma temporada. Caetano não garante sua continuidade no clube em 2015, mas assegura que seu foco é outro no momento.

"Tenho vínculo com o Vasco que vai até a final da Série B do Brasileiro. Meu foco e prioridade estão no Vasco. Tneho de ajudar o time a conseguir o acesso para a Série A. Qualquer outra coisa, não é o momento de discutir agora", explicou o dirigente, em entrevista exclusiva ao Estado.

Pessoas ligadas aos dois candidatos a presidente do Palmeiras já entraram em contato com o Rodrigo Caetano, que ciente do momento político enfrentado pelo clube paulista, faz questão de mandar recados. "Eu não sou político. Meu cargo é técnico e não quero entrar nessa esfera política dos clubes." Certo até agora apenas que José Carlos Brunoro não vai continuar no clube no ano que vem por falta de interesse do próprio dirigente, mas também dos candidatos. Nobre tem sofrido muita pressão para demiti-lo, mas vai esperar até o fim do ano, quando termina o contrato do diretor executivo.

Rodrigo Caetano é um ex-jogador que ganhou destaque como dirigente de futebol. Ele foi gerente de futebol do Grêmio de 2005 a 2009, quando se transferiu para o Vasco pela primeira fez. Por lá, ficou até 2011, para assumir o Fluminense, onde trabalhou até o ano passado. Nesse ano, retornou ao Vasco, onde fica até dezembro.

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