Reprodução/Estadão
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Canindé aparece sendo leiloado em classificados do Estadão

Portuguesa tenta reverter decisão que pode penhorar sua casa

O Estado de S. Paulo

30 Outubro 2016 | 16h06

Um curioso classificado foi publicado na versão impresa do Estado deste domingo. O Estádio do Canindé, casa da Portuguesa, é oferecida como item de um leilão. A área está sendo alvo de uma ação trabalhista que diversos ex-jogadores movem contra o clube devido a dívidas não pagas. 

O lance inicial para quem se interessar pela área de 42.350 metros quadrados é de R$ 74 milhões. O processo original é do ex-jogador Tiago de Moraes Barcellos, iniciado em 2002. O atleta cobra cerca de R$ 5 milhões em vencimentos do time paulista. Houve um acordo em 2008, mas que foi saldado apenas pela metade, levando a ação que determinou a penhora do terreno.  

Além de Barcellos, outros sete atletas que passaram pela time são citados no processo, entre eles Ricardo Pliveira, atualmente atacante do Santos. Para tentar salvar o estádio, o clube tenta o tombamento do Canindé como patrimônio histórico da cidade de São Paulo.

Para piorar a situação da Portuguesa, o clube ainda tem dívidas com a prefeitura no valor de R$ 14.253.442,67, além de dívidas referentes ao IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) nos anos de 2005, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. O leilão está agendado para o dia 18 de novembro. 

A Portuguesa tenta suspender o leilão trabalhista assim como conseguiu com o que iria acontecer devido ao processo movido por Joaquim Justo dos Santos, ex-presidente da Lusa, e Carlos Duque, ex-vice e que é dono da Rede Duque de Postos de Gasolina que teria lance inicial de R$ 154.898.667,82. 

 

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