Lucas Figueiredo/ CBF
Lucas Figueiredo/ CBF

Capacidade mínima de estádios do Brasileirão é reduzida e ajuda Atlético-GO

Exigência passa de 15 mil lugares para 12 mil em 2017

Estadao Conteudo

21 Fevereiro 2017 | 13h22

Reunidos na segunda-feira no Conselho Técnico do Campeonato Brasileiro de 2017, os 20 clubes da primeira divisão aprovaram a redução da capacidade mínima dos estádios que poderão receber partidas do torneio. Até o ano passado, exigia-se estádios para até 15 mil pessoas. Em 2017, a exigência é por 12 mil lugares.

De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), os estádios passarão por "avaliações qualitativas e minuciosas" em itens como gramado, placar, vestiários e cabines de imprensa.

A medida, de qualquer forma, ajuda diretamente ao Atlético Goianiense. Durante a campanha do título da Série B no ano passado, a equipe de Goiânia cresceu depois de passar a mandar seus jogos no novo Estádio Olímpico. Depois de uma longa reforma, ele foi reinaugurado em agosto do ano passado, com capacidade para 13,5 mil pessoas.

Com a redução da capacidade mínima exigida para a Série A, o Atlético-GO poderá jogar no Olímpico em partidas com menor expectativa de público e levar para o Serra Dourada os jogos mais atrativos para os torcedores.

O Conselho Técnico também proibiu que os times joguem como mandantes fora de seus estados de origem. Assim, a redução da capacidade mínima ao menos ameniza os problemas de Flamengo e Fluminense, que estão sem o Maracanã para jogar.

No ano passado, o Flu jogou no Estádio Giulite Coutinho, em Mesquita (RJ), graças a uma exceção aberta pela CBF, uma vez que a capacidade de público oficial do estádio era 13.544 pessoas. Agora, deverá poder atuar na casa do América-RJ sem maiores problemas. O Flamengo pretende que a reforma do Estádio Luso-Brasileiro, no Rio, o deixe com capacidade de 20 mil pessoas.

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