Tatyana Zenkovich / EFE
Tatyana Zenkovich / EFE

Capitão da Costa Rica, Bryan Ruiz espera realizar sonho de vencer o Brasil

Meiocampista afirma que costarriquenhos irão atuar de forma inteligente, sem desespero para ir ao ataque

Estadão Conteúdo

19 Junho 2018 | 07h50

O capitão da seleção da Costa Rica, Bryan Ruiz, está com 32 anos e a Copa do Mundo da Rússia deve ser seu último Mundial da carreira. Para fechar sua participação na competição, ele disse nesta terça-feira que tem um sonho.

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"Sonho ganhar do Brasil. É a terceira vez que vamos enfrentá-los em um Mundial e acredito que podemos ganhar", afirmou em entrevista coletiva no centro de treinamento em Pavlovsk.

Os outros dois confrontos, ambos na primeira fase do Mundial, tiveram vitória da seleção brasileira. Em 1990, o Brasil venceu por 1 a 0 e em 2002, na campanha do penta, o time de Luiz Felipe Scolari goleou por 5 a 2. As seleções voltam a se enfrentar nesta sexta-feira, às 9h (de Brasília), pela segunda rodada do Grupo E.

"Vamos enfrentar um dos favoritos ao título. Não sei se há algo mais motivador do que isso. Um Mundial acontece a cada quatro anos e nem todas as Copas conseguimos nos classificar. Temos que aproveitar a oportunidade. Há quatro anos, jogamos contra três campeão do mundo e aproveitamos", disse Bryan Ruiz.

 

O jogador se referiu à Copa de 2014, quando a Costa Rica se classificou às oitavas de final após cair em uma chave complicada: venceu o Uruguai (3 a 1), a Itália (1 a 0) e ficou no empate sem gols com a Inglaterra, resultado que eliminou os ingleses do Mundial. A Costa Rica ainda ganhou da Grécia nas oitavas e caiu nos pênaltis para a Holanda nas quartas.

Ruiz admitiu que se a Costa Rica enfrentar o Brasil por 20 vezes, provavelmente vai perder 19. Por isso, pediu que o duelo desta sexta-feira seja essa única vitória. A seleção costarriquenha vem de derrota por 1 a 0 para a Sérvia na estreia da chave.

"Nosso objetivo agora é jogar de maneira inteligente. Não pensem que vamos entrar em um 4-2-4 em busca da vitória. Temos 90 minutos para ganhar a partida ou ao menos não perdê-la. Porque um empate ainda não mantém vivos matematicamente. Em situação complicada, mas vivos", afirmou.

Em relação ao time brasileiro, o capitão da Costa Rica avisou que não haverá marcação individual. "Faremos uma forte marcação por zona. Vamos pressionar quem estiver com a bola do meio-campo para trás", revelou.

 

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